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domingo, 17 de outubro de 2010

ENQUANTO OS VENTOS SOPRAM



Enquanto os ventos sopram

Conta-se que, há muito tempo, um fazendeiro possuía muitas terras ao longo do litoral do Atlântico.
Horrorosas tempestades varriam aquela região extensa, fazendo estragos nas construções e nas plantações.
Por esse motivo, o rico fazendeiro estava, constantemente, a braços com o problema de falta de empregados. A maioria das pessoas estava pouco disposta a trabalhar naquela localidade.
As recusas eram muitas, a cada tentativa de conseguir novos auxiliares.
Finalmente, um homem baixo e magro, de meia idade, se apresentou.
Você é um bom lavrador? Perguntou o fazendeiro.
Bom, respondeu o pequeno homem, eu posso dormir enquanto os ventos sopram.
Embora confuso com a resposta, o fazendeiro, desesperado por ajuda, o empregou.
O pequeno homem trabalhou bem ao redor da fazenda, mantendo-se ocupado do alvorecer ao anoitecer.
O fazendeiro deu um suspiro de alívio, satisfeito com o trabalho do homem.
Então, numa noite, o vento uivou ruidosamente, anunciando que sua passagem pelas propriedades seria arrasadora.
O fazendeiro pulou da cama, agarrou um lampião e correu até o alojamento dos empregados.
O pequeno homem dormia serenamente. O patrão o sacudiu e gritou:
Levante depressa! Uma tempestade está chegando. Vá amarrar as coisas antes que sejam arrastadas.
O empregado se virou na cama e calmo, mas firme, disse:
Não, senhor. Eu não vou me levantar. Eu lhe falei: posso dormir enquanto os ventos sopram.
A resposta enfureceu o empregador. Não estivesse tão desesperado com a tempestade que se aproximava, ele despediria naquela hora o mau funcionário.
Apressou-se a sair para preparar, ele mesmo, o terreno para a tormenta sempre mais próxima.
Para seu assombro, ele descobriu que todos os montes de feno tinham sido cobertos com lonas firmemente presas ao solo.
As vacas estavam bem protegidas no celeiro, os frangos estavam nos viveiros e todas as portas muito bem trancadas.
As janelas estavam bem fechadas e seguras. Tudo estava amarrado. Nada poderia ser arrastado.
Então, o fazendeiro entendeu o que seu empregado quis dizer. Retornou ele mesmo para sua cama para também dormir, enquanto o vento soprava.
Se os ventos gélidos da morte lhe viessem, hoje, arrebatar um ser querido, você estaria preparado?
Se reveses financeiros, instabilidade econômica levassem seus bens de rompante, você estaria preparado?
A religião que professamos, a fé que abraçamos devem nos preparar o Espírito, a mente e o corpo para os momentos de solidão, pranto e dor.
Enquanto o dia sorri, faz sol em sua vida, fortifique-se, prepare-se de tal forma que, ao chegarem as tsunamis, soprarem os ventos e a borrasca lhe castigar, você continue firme, sereno.
Pense nisso e comece hoje a sua preparação.




Redação do Momento Espírita com base em história de autoria desconhecida.


1 COMENTE AQUI:

Sotnas disse...

Olá Mara, como está, tudo bem contigo?
Desejo que tudo esteja muito bem com você.
Ótimo e sábio texto este postado por você. Eu creio que são poucas pessoas que estejam preparadas para qualquer revés, da vida ou de qualquer natureza, somente pelo simples fato de que são egoístas. E muitas jamais irão admitir dividir seu bem estar com outras. É triste, mas é uma verdade, infelizmente. Desejo tudo de bom pra você e todos ao redor, sempre com saúde, amor e paz, e obrigado por levar mais um pouco de meus sentimentos para o CLIP, nem imagina o quanto me sinto honrado, e esteja á vontade, pra isso eu os escrevi, para ser lido, grande abraço e até mais!

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