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domingo, 24 de outubro de 2010

ESOPO - O AVARENTO




Um avarento tinha enterrado seu pote de ouro num lugar secreto do seu jardim. E todos os dias, antes de ir dormir, ele ia até o ponto, desenterrava o pote e contava cada moeda de ouro para ver se estava tudo lá. Ele fez tantas viagens ao local que um Ladrão, que já o observava há bastante tempo, curioso para saber o que o Avarento estava escondendo, veio uma noite, e sorrateiramente desenterrou o tesouro levando-o consigo.

Quando o Avarento descobriu sua grande perda, foi tomado de aflição e desespero. Ele gemia e chorava enquanto puxava seus cabelos.
Alguém que passava pelo local, ao escutar seus lamentos, quis saber o que acontecera.


"Meu ouro! Todo meu ouro!" chorava inconsolável o avarento, "alguém o roubou de mim!"


"Seu ouro! Ele estava nesse buraco? Por que você o colocou aí? Por que não o deixou num lugar seguro, como dentro de casa, onde poderia mais facilmente pegá-lo quando precisasse comprar alguma coisa?"


"Comprar!" exclamou furioso o Avarento. "Você não sabe o que diz! Ora, eu jamais usaria aquele ouro. Nunca pensei de gastar dele uma peça sequer!"


Então, o estranho pegou uma grande pedra e jogou dentro do buraco vazio.


"Se é esse o caso," ele disse, "enterre então essa pedra. Ela terá o mesmo valor que tinha para você o tesouro que perdeu!"



Moral: Uma coisa ou posse só tem valor quando dela fazemos uso.





Esopo: 
o mais conhecido entre os fabulistas, foi sem dúvida um grande sábio que viveu na antiguidade. Sua origem é um mistério cercado de muitas lendas.
Mas, pode ter ocorrido por volta do ano 620 A.C.

Várias cidades se colocam como seu local de nascimento, e é comum que o tratem como originário de uma cidade chamada Cotiaeum na pronvíncia da antiga Frígia, Grécia.
Acredita-se que já nasceu escravo, e pertenceu a dois senhores. O Segundo, viria a torná-lo livre ao reconhecer sua grande e natural sabedoria. Conta-se que mais tarde ele se tornaria embaixador.
Em suas fábulas ou parábolas, ricas em ensinamentos, ele retrata o drama existencial do homem, substituindo os personagens humanos por animais, objetos, ou coisas do reino vegetal e mineral.





2 COMENTE AQUI:

Mel Redi disse...

FORMIDÁVEL!! Marinha, é delicioso estar aqui, palavras e este som linnnnndo fazem muito bem à alma! OBRIGADA, QUERIDA AMIGA! Bj da Mel

Nalvinha disse...

Mara,

Vim te visitar pois não quero que esqueças de mim. Um forte abraço neste delicado coração.

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