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segunda-feira, 26 de março de 2012

RESPEITO ÀS DIFERENÇAS RELIGIOSAS

        
  Diz o Espiritismo aos seus adeptos: Não violenteis nenhuma consciência; não forceis ninguém a deixar sua crença para adotar a vossa; não amaldiçoeis os que não pensem como vós; acolhei os que vêm até vós e deixai em paz os que vos repelem.

Livro:  O Evangelho Segundo o Espiritismo
Allan Kardec

Colaboração: http://asfaltodashoras.blogspot.com/

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Richard disse...

E se puséssemos no excerto tão eloquente os casos de fanatismo? Que dizer dessa distorção da fé? Li na Gazeta de Piracicaba de domingo (25) um interessante artigo de Nilson da Silva Jr. "Pelos números os conhecereis", em que fala, grosso modo, do afã das igrejas modernas (e muitas seitas) de angariar fieis, ou seja, número - e tudo o que isso significa.

Não é pela força, é pela argumentação que se pode mudar alguém. E, caso não mude, cada qual tem lá o seu caminho.

Abraços!

P.S. adorei a imagem das margaridas!

Orvalho do céu disse...

OLÁ,
Estive ausente pela Quaresma...

Páscoa é:

"Coragem é a resistência ao medo,
domínio do medo,
e não a ausência do medo."
(Mark Twain )

SAIR DO PRÓPRIO TÚMULO

Jesus libertou-me... enviou-me anjos para me soltar das amarras que me prendiam...

Apóstolo Pedro: “precisamos dar razões que justifiquem a nossa Esperança” (1Ps 3,15).

FELIZ PÁSCOA PARA TODOS NÓS!!!
Abraços fraternos de paz

Fanzine Episódio Cultural disse...

O PAPEL E O POETA

Não quero mais ser um coadjuvante
Para ser lembrado apenas por um lapso.
Estou farto de pensamentos disfarçados em abstrato
Ziguezagueando por entre linhas de raciocínio.

Quem é o criador?
O poeta que se torna escravo de suas musas
Ou o papel que as alforria silenciosamente?
Perguntas sem respostas
Cuja desculpa se encontra
No último parágrafo.

Cansei de ser o fardo de uma pena
E depósito de frustrações.
Quero libertar-me desse jugo
E prender-me em minhas próprias idéias – ou:
Ser o personagem da minha própria pessoa.

Quero atuar em meu próprio mundo,
Ser a minha gramática,
Sem uma sentença que me condene.

Quero descobrir o meu verdadeiro papel,
Poder enxergar a mim mesmo.
Não sobre uma escrivaninha fria e empoeirada
Que o tempo deixou no esquecimento,
Mas sim em cada alma,
Em cada poesia.


*( Agamenon Troyan )

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